Mostrando postagens com marcador estética. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estética. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
creme - rinse oferece home-service !
08 - Hidratação profunda
Marcadores:
aminoácido,
brilho,
cabelereira,
cabelo,
casa,
conforto,
escova,
estética,
formol,
hidratação,
home-service,
queratina,
reconstrução,
salão de beleza,
selagem,
serviços,
transformação,
tratamento
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
"Em terra de chapinha quem tem cachos é rainha."
Não dá para entender essa frase, quase uma oração, ligada à uma imagem de um cabelo liso, né?
Eu vi essa frase postada em algum perfil do facebook, não sei ao certo de quem. Nunca mais esqueci e ainda repito para as amigas.
Adoro um cabelo bem tratado, saudável e de preferência natural.
Sei que muita gente vai ter mil argumentos para não concordar. Eu acho ok. Quer alisar, pintar, frisar... Mas tem que tratar, fazer bem feito, fazer a manutenção.
Eu tenho uma amiga (na verdade, algumas amigas) que fez o caminho inverso. Enquanto a febre do liso absoluto não passa, ela foi lá e assumiu os cachos. E ela é Cecília Bedê.

Artista, mestre em Comunicação e Semiótica na linha de pesquisa Processos de Criação nas Mídias (PUC-SP); Especialização em Arte: Crítica e Curadoria (PUC-SP). Graduação em Artes Visuais (FGF - CE). Experiências profissionais nas áreas de arte-educação, produção de exposições, conservação de acervo e curadorias independentes. Atualmente vive e trabalha em Fortaleza, faz parte da equipe do editorial do Canal Contemporâneo, professora universitária e mãe de do Caê.
creme-rinse: Qual processo químico você fazia para alisar o cabelo?
Cecília Bedê: Aqui em fortaleza, no salão que eu fazia, era chamado de Texturização. Não encontrei esse processo com esse mesmo nome em São Paulo, lá era algo do tipo "definitivo".
creme-rinse: Por quanto tempo vc usou os cabelos lisos?
Cecília Bedê: Uns 7 anos, aproximadamente
creme-rinse: O que te motivou voltar os cachos?
Cecília Bedê: Na verdade, quando eu fiz, não tinha exatamente cachos. Tinha um cabelo áspero com ondinhas, crespo, em bom palavreado informal: pixaim. Dava trabalho, eu não tinha jeito pra cuidar, vivia preso e eu achava sem graça. Ai alisei, ficou lindo, leve e bom de cuidar. Nos primeiros anos foi lindo, depois, com o tempo e com a quantidade de química foi ficando opaco e sem muito corte. Ficou reto, achatado. Com isso fui ficando com vontade de parar. Além disso, já tava a muito tempo achando paia gastar com isso, saía caro.
creme-rinse: Como foi o período de espera?
Cecília Bedê: Sofrido. Fiquei um ano deixando crescer. Usava preso, porque ele tava metade-metade. Mas foi divertido o suspense. Durante a espera que percebi como o cabelo tava diferente, não tava mais tão "ruim" como na adolescência. Já vislumbrava uns cachinhos.
creme-rinse: Além de cachos, o que mudou depois?

terça-feira, 6 de novembro de 2012
Da caneta à tesoura!
Você pensa que tratar de cabelo é fácil, está enganado!
Precisa entender de química, biologia, moda - história e tendências, psicologia, artes, fazer leitura de imagens, praticar procedimentos, desde os mais simples lavar cabelo à complexa manipulação de químicos... Logo, é de maior importância saber ver, ouvir, falar, fazer, pesquisar e, ter amigos corajosos.
Eu sempre, sempre, sempre, sempreeee me sinto mal lembrando que dormia nas aulas de química. :(
Vale dar uma lida na matéria completa! Novas técnicas, novos procedimentos, Revista cabelereiros.com
Destaco alguns pontos da matéria:
* O secador no formato em que conhecemos surgiu em 1900.* Pelos idos de 79 d.C, na Roma antiga, já eram usados métodos rudimentares para ondular e cachear os cabelos.
* Lembram do Secador modelo de coluna?
“Exportamos esse produto para o Uruguai, a República Dominicana e o Suriname, locais em que as pessoas estão habituadas ao uso de bobes”, confirma Nilton dos Santos, gerente de engenharia e controle de qualidade da Taiff.
* Sobre ondulações:
No século XVI, era moda na Europa utilizar ferros aquecidos para ondular os cabelos. As ferramentas passavam por fornos e o metal era enrolado nas madeixas. Uma variação foram os papelotes: os fios eram envolvidos em papéis e marcados com uma ferramenta de duas partes iguais, metodologia semelhante à das pranchas atuais.
Marcel Grateau: Em 1872, o cabeleireiro francês desenvolveu um aparelho que era aquecido em um forninho e mantinha a ondulação por mais tempo.
Charles Nessler: Em 1930, aperfeiçoou as “ondas Marcel” e começou a utilizar a eletricidade para aquecer os tubos em que se enrolavam os cabelos.
Foi nos anos 1980 que o permanente, feito com amônia e bigudins, virou febre no Brasil. Atualmente, a versão digital ocupa o espaço das técnicas anteriores.
*Sobre alisamentos:
Quem tinha o cabelo muito crespo aderia aos henês, e os mais maleáveis passavam pela touca de gesso - era um alisamento permanente feito com amônia e farinha de trigo que servia para alinhar os fios de forma reta.
Vale à pena rassaltar! O formol e os produtos com essa química não trazem segurança para o cliente nem para o cabeleireiro.
Os cabelos que precisam de redução no volume podem ser submetidos ao realinhamento térmico com cisteína da cana-de-açúcar e rubi. “Esse processo é tão suave que pode ser feito, com a devida autorização médica, em adolescentes e grávidas” Vivian Esteves, cabeleireira do Salão Scenário. Ela também se vale da selagem térmica à base de acido acético e aminoácidos, apontando-a como a melhor substituta para a progressiva de formol.
Porém, a técnica mais inovadora é o alisamento a laser à base de amônia, conhecido como Photon Hair. Ele apresenta 2% de amônia, contra os 16% de uma escova definitiva, com ação potencializada pela luz laser de LED.
creme-rinse!!! O Neutrox, por exemplo, foi lançado em 1974, como o primeiro condicionador de cabelos do Brasil, introduzindo no País o conceito de tratamento dos fios. Ele revolucionou a prática de cuidados capilares, pois antes só existiam os cremes rinse, usados para desembaraçar os fios.
![]() |
| Foto: Divulgação e reprodução do livro Art Coiffure: The Raffel Pages Collection (Raffel Pages, 2010) retirado da revista on line Cabelereiros |
Você pensa que tratar de cabelo é fácil, está enganado!
Precisa entender de química, biologia, moda - história e tendências, psicologia, artes, fazer leitura de imagens, praticar procedimentos, desde os mais simples lavar cabelo à complexa manipulação de químicos... Logo, é de maior importância saber ver, ouvir, falar, fazer, pesquisar e, ter amigos corajosos.
Eu sempre, sempre, sempre, sempreeee me sinto mal lembrando que dormia nas aulas de química. :(
Vale dar uma lida na matéria completa! Novas técnicas, novos procedimentos, Revista cabelereiros.com
Destaco alguns pontos da matéria:
* O secador no formato em que conhecemos surgiu em 1900.* Pelos idos de 79 d.C, na Roma antiga, já eram usados métodos rudimentares para ondular e cachear os cabelos.
* Lembram do Secador modelo de coluna?
“Exportamos esse produto para o Uruguai, a República Dominicana e o Suriname, locais em que as pessoas estão habituadas ao uso de bobes”, confirma Nilton dos Santos, gerente de engenharia e controle de qualidade da Taiff.
* Sobre ondulações:
![]() |
| Foto: Divulgação e reprodução do livro Art Coiffure: The Raffel Pages Collection (Raffel Pages, 2010) |
No século XVI, era moda na Europa utilizar ferros aquecidos para ondular os cabelos. As ferramentas passavam por fornos e o metal era enrolado nas madeixas. Uma variação foram os papelotes: os fios eram envolvidos em papéis e marcados com uma ferramenta de duas partes iguais, metodologia semelhante à das pranchas atuais.
Marcel Grateau: Em 1872, o cabeleireiro francês desenvolveu um aparelho que era aquecido em um forninho e mantinha a ondulação por mais tempo.
Charles Nessler: Em 1930, aperfeiçoou as “ondas Marcel” e começou a utilizar a eletricidade para aquecer os tubos em que se enrolavam os cabelos.
Foi nos anos 1980 que o permanente, feito com amônia e bigudins, virou febre no Brasil. Atualmente, a versão digital ocupa o espaço das técnicas anteriores.
*Sobre alisamentos:
Quem tinha o cabelo muito crespo aderia aos henês, e os mais maleáveis passavam pela touca de gesso - era um alisamento permanente feito com amônia e farinha de trigo que servia para alinhar os fios de forma reta.
Vale à pena rassaltar! O formol e os produtos com essa química não trazem segurança para o cliente nem para o cabeleireiro.
Os cabelos que precisam de redução no volume podem ser submetidos ao realinhamento térmico com cisteína da cana-de-açúcar e rubi. “Esse processo é tão suave que pode ser feito, com a devida autorização médica, em adolescentes e grávidas” Vivian Esteves, cabeleireira do Salão Scenário. Ela também se vale da selagem térmica à base de acido acético e aminoácidos, apontando-a como a melhor substituta para a progressiva de formol.
Porém, a técnica mais inovadora é o alisamento a laser à base de amônia, conhecido como Photon Hair. Ele apresenta 2% de amônia, contra os 16% de uma escova definitiva, com ação potencializada pela luz laser de LED.
creme-rinse!!! O Neutrox, por exemplo, foi lançado em 1974, como o primeiro condicionador de cabelos do Brasil, introduzindo no País o conceito de tratamento dos fios. Ele revolucionou a prática de cuidados capilares, pois antes só existiam os cremes rinse, usados para desembaraçar os fios.
Marcadores:
amônia,
cisteína,
estética,
formol,
moda,
pesquisa,
plano de trabalho,
procedimentos,
profissão cabelereira,
salão de beleza,
tesoura
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
tranças,... como quero fazer bem!!!
sábado, 1 de setembro de 2012
Nota de uma estudante de beleza.
Antes de
qualquer coisa, quero que fique beemm claro: tenho preguiça de tiranias estéticas.
Tratar de magras, altas, loiras é fácil. Aqui o espaço é para a pessoa comum, sem tempo, sem grana, desajeitada, que quer ficar linda e saudável.
Tratar de magras, altas, loiras é fácil. Aqui o espaço é para a pessoa comum, sem tempo, sem grana, desajeitada, que quer ficar linda e saudável.

Perpassando por interesses me deparo com uma pergunta: Que mundo é esse da Beleza?
Glamour, futilidade, superficialidade,... Sim! Porém, há um algo mais. Beleza tem relação intrínseca com saúde e, bem estar.
Maquiagem, penteado e cor de esmalte produz uma bela aparência que, no entanto, lavou acabou. O primeiro passo para cuidar da Beleza é atentar para saúde. Uma revisão de dentro para fora: nutrição, exercício físico, estética.
E nas minhas andanças de lê ali, escuta aculá, elaboro duas lições importantes.
* Sem saúde não há Beleza; e,
* Moda não é o mesmo que Beleza.
Marcadores:
estética,
instituto de beleza,
moda,
planejamento de trabalho,
saúde
Assinar:
Postagens (Atom)






